Estado de São Paulo: Antes de vender, salas de experiência querem emocionar

Estado de São Paulo: Antes de vender, salas de experiência querem emocionar

Imersãoeinteratividadesãoelementos
presentes nas salas de
experiência dos showrooms
imobiliários. “A pessoa tem de
esqueçerqueestáemumestande
e viver a emoção de estar no
local”, diz diretor de cena Luiz
Evandro, sócio da produtora
Volcano Hotmind, especializada
em ações de advertainment
(mistura publicidade com entretenimento).
A presença de
corretores é vetada nas atrações.
“Eles são ansiosos e acabam
interferindo demais”, diz
Imersãoeinteratividadesãoelementos
presentes nas salas de
experiência dos showrooms
imobiliários. “A pessoa tem de
esqueçerqueestáemumestande
e viver a emoção de estar no
local”, diz diretor de cena Luiz
Evandro, sócio da produtora
Volcano Hotmind, especializada
em ações de advertainment
(mistura publicidade com entretenimento).
A presença de
corretores é vetada nas atrações.
“Eles são ansiosos e acabam
interferindo demais”, diz
Imersão e interatividade são elementos presentes nas salas de experiência dos showrooms imobiliários. “A pessoa tem de esqueçer que está em um estande e viver a emoção de estar no local”, diz diretor de cena Luiz Evandro, sócio da produtora Volcano Hotmind, especializada em ações de advertainment (mistura publicidade com entretenimento). A presença de corretores é vetada nas atrações. “Eles são ansiosos e acabam
interferindo demais”, diz outro sócio, Giancarlo Barone.
Os projetos da Volcano prezam pelo lúdico, baseados em técnicas de storytelling e inspiradas nas atrações de parques de diversão. Em 2012, ela criou uma cúpula de 16 metros de diâmetro que serviu de tela para projeções em 360º mostrando as áreas do complexo Parque da Cidade, da Odebrecht Realizações Imobiliárias. Completavam a experiência trepidações numa plataforma onde os espectadores observavam o filme e
até jatos de vento.
Recentemente, a empresa criou a sala nos estande do Parque Global em São Paulo e do complexo The City, das incorporadoras PDG e Ager, no Rio. Por lá, um mapa da atual Barra da Tijuca projetado no chão era alterado de acordo como caminhar dos visitantes: a nova vizinhança, já com o empreendimento, se revelava.
“O limite para criar é o dinheiro”, diz Barone. Por isso, as ações de adverteinment ficam restritas ao grandes projetos. “Não dá para fazer algo por menos de R$ 400 mil.”
Fonte: O Estado de São Paulo, 13/04/2014.

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